Guiné, 1972 — Ninguém Fica Para Trás
Em 1972, na selva da Guiné, um paraquedista recusou abandonar um camarada caído. Durante dias caminhou pelo mato carregando-o, mesmo depois da morte. Uma história real de lealdade, coragem e do princípio que sempre guiou os paraquedistas portugueses: ninguém fica para trás